sábado, 15 de outubro de 2016

2009, sonhos engavetados

Rabisco as palavras que expressam muitas vezes o que eu não consigo dizer. Ao rasgar as folhas elas soam os meus anseios e conjugam o meu medo de arriscar. Esqueço que tudo o que foi liberado de mim assombra o meu reflexo no espelho. Até se eu aprender como esquecer o que eu me tornei a ser, eu ainda a mesma serei.

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